sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Novo concurso para Peb II no Estado de São paulo em 2013

Concurso depende de mudanças no curso de formação A publicação do edital do concurso para professores PEB II da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, prevista ocorrer até dezembro, segundo o secretário adjunto da pasta, João Batista Palma Filho, pode sofrer algum atraso. Acontece que a liberação somente será feita após uma mudança no processo de realização do curso de formação, que ainda precisa ser feita por meio de um projeto de lei que será encaminhado para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Outro ponto pendente diz respeito à confirmação do número de vagas, que ainda está sendo avaliada. De qualquer forma, o concurso continua confirmado. Para concorrer é necessário possuir licenciatura plena ou formação superior na respectiva área, com a devida complementação. Os salários iniciais variam de acordo com a jornada de trabalho, que vai de R$626,48 (12 horas) a R$2.088,27 (40 horas).

 A mudança diz respeito ao momento de aplicação do curso de formação. "De acordo com a legislação atual, o professor primeiro faz a prova, é aprovado, classificado, escolhe a escola e a gente aplica o curso de formação para depois tomar posse. Estamos invertendo. Ele vai tomar posse e depois fazer o curso, ao longo do estágio probatório, que é de três anos”, disse Palma. O secretário da pasta, Herman Voorwald, está discutindo com o governador o envio do projeto à Assembleia Legislativa para apreciação. Somente após sua aprovação pelos deputados e sanção governamental, o concurso poderá ser realizado.

 O concurso será destinado ao estado todo e para todas as disciplinas: Arte, Biologia, Ciências Físicas e Biológicas, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia. Segundo a presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, a mudança atende a uma demanda da instituição que criticava o fato de professores classificados fazerem o curso durante três meses, receberem três parcelas de bolsa-auxílio, mas não tomarem posse. A bolsa é de R$1.566,20, que corresponde a 75% do salário inicial para jornada de 40 horas semanais, no valor de R$2.088,27. “Muita gente fazia o curso e não voltava para dar aula. "Era mal uso do dinheiro público”, destaca a sindicalista

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